sábado, 11 de fevereiro de 2012

Limite.

Tudo tem um limite. A esperança. A ilusão. O medo. O desconhecido. O incerto. A vontade. O amor. O desejo. O senso do possível também.
Como lidar quando novos e inesperados sentimentos aparecem de onde menos se espera? Temos medo do desconhecido, ambos atingem rapidamente um limite. Então criamos um ilusão, mas muita incerta.. então abrimos mão da ilusão e caímos na incerteza da esperança de ser correspondido... Temos vontade, essa logo passa e então sentimos desejo. Passageiro, pois logo estamos amando e nos metemos em uma situação antes impossível, agora palpável, pelo menos em nossos sonhos em planos.
Então a único limite que nós não superamos, 90% de nós, é o limite da coragem... ser mais corajoso que a certeza de estar vivo, pois não vive mais por você, mas pelo outro (a).
Dizem: conversa.. diga.. fale... seja sincero.. diga o que pensa!
Nunca é tão simples. Entre simples palavras existem vidas, existem decisões que nem sempre conseguem alcançar limites audíveis para nossos ouvidos atentos somente aquilo que queremos ouvir. 
Palavras entrecortadas, gestos perdidos, atos desperdiçados... a felicidade de vai por entre os dedos, e não há como recuperá-la.. é algo que vai embora e nós sentimos a ausência quando já não conseguimos recuperar. 
Limites... como identificar? como superar? como entender? 
Como não te querer? Mas ai, é outra história.