Como entender as peças que a vida nos prega todos os dias? Seriam testes de resistência dos nossos limites? Seriam acaso? Seriam consequências? Destino?
Quem sabe nenhuma dessas perguntas tenha resposta, porque a vida não é um sujeito para praticar a ação de pregar (qualquer) peça. Os fatos são apenas fatos e não fatalidades, são acontecimentos e ponto. E eles podem ou não acontecer ao acaso, podem ou não ser frutos do destino, podem ou não gerar consequências ou serem consequências e ainda podem testar nossos limites ou não. No fim de tudo percebemos que não existe razão de lamentar, existe razão pra viver. Da vida conseguimos o amor, amizade e carinho, coisas que valem mais que a própria vida. Digamos que a vida é como um operário da ferrari, ele produz o carro, o deseja, mas jamais terá dinheiro para comprar o fruto do seu trabalho. A vida produz a nossa felicidade das mais variadas formas, mas ela não consegue usufruir disso, pois nós, senhores da vida, colocamos o ódio, o rancor e a grosseria no lugar dos presentes da vida.
Quanta ingratidão, não? Cadê a sua educação? Nunca escutou que presente não se rejeita?
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